Buenos Aires é bacana mesmo!

agosto 23, 2009 por Anacarolina

zoo

Viajar é isso, é visitar lugares que a gente nem pensa em ir qdo está em SP… Ver elefante, girafa, leão, rinoceronte. Comer pipoca doce e dar comida pro animais, comida de bicho, que eles vendem no zoológico. Dar comida pros bichos é o melhor jeito de vê-los de pertinho.

jam suite (2) 
Em Buenos Aires em junho e julho de 2009, ficamos no Jam Suites Boutique, o hotel charmoso aí na foto. O dono, o Luis, é trompetista, ou seja, adora música, e por isso deixa à disposição dos hóspedes uma vitrola e uma bela coleção de LPs de jazz. Além disso, som de músicos argentinos e raridades brasileiras de Elis Regina, Gilberto Gil, Vinicius e outros.

cafe tortoni
Entre os passeios, o Café Tortoni, o café mais antigo da Argentina, dizem os guias, fundado em 1858. Lá pode-se tomar um café com torta ou comer um bife de chorizo maravilhoso. Jorge Luis Borges e Carlos Gardel frequentavam o lugar. E têm mesa cativa!

boca 1
Também passamos pelo Caminito, lugar espanta-turista, tamanha é a abordagem dos locais que querem que vc compre de tudo, coma no restaurante x, assista ao show de tango y. Tínhamos acabado de chegar, eu ainda estava relaxada, achando que até ia dar pra almoçar no El Obrero, um restaurante que servia de refeitório para as fábricas do lugar que hoje serve comida caseira. Pura ilusão…

museo camisa santos
Depois de cinco minutos em La Boca nos refugiamos no La Bombonera, um dos principais estádios da Argentina. E lá visitamos o Museo de La Pasión Boquense, que tem a camisa 10 do Santos, que o Pelé usou num jogo na Bombonera. Esta é a única coisa de outro time que não seja do Boca que tem nesse museu.

mondongo
Saindo da Bombonera subimos a calle Defensa e, lá pelas 16h, mortos de fome, paramos no Hipopotamo, um restaurante antigo (tem uns 100 anos) e típico de BA, na esquina da calle Brasil. O prato do dia? Mondongo. Não entendemos a explicação do garçom e resolvemos arriscar. Tinha que ser uma das poucas coisas que não como… dobradinha… éka! A sorte é que no meio daquele bucho todo veio feijão branco e grão de bico com molho vermelho. Foi o que me salvou… Mas o jantar ia ter que ser incrível, pra compensar…

defensa
Ainda na calle Defensa, em San Telmo. Nessa rua tem muita loja de velharia, ops, antiguidade e também umas lojas de roupas que concentram vários estilistas moderninhos da Argentina. Tb tem uma loja de presentes e acessórios muito bacana, a MU (Matéria Urbana) no 702.
 
plaza san martinPlaza San Martín, no começo da calle Florida, um calçadão pra lá de comercial onde muita gente faz a festa, compra de tudo. Mas, na minha opinião, Palermo tem lojas (de roupa, presente, acessórios etc.) muito mais legais e estilosas. Aqui na Florida os vendedores tb quase agarram a gente. Um saco… (Abaixo os vendedores chatos e grudentos!!!)

el ateneoSim, isso é uma livraria… A mais linda do mundo! El Ateneo, que tb dizem os guias, é a maior livraria da América Latina. Como a nossa Cultura aqui, que era um cinema, a deles era o antigo teatro à italiana Grand Splendid. Os antigos camarotes agora trazem estantes e mais estantes de livros. No palco, o café La Imprensa é puro charme. Quem não fica cool lendo um livro e tomando um café lá?… O legal é que há várias poltronas aconchegantes pra quem quiser ler os livros que estão nas estantes.

 
puerto maderoPuerto Madero com a Puente de La Mujer ao fundo. Antigo porto da cidade, Puerto Madero agora está revitalizado com arranha-céus, boates, museus e sedes de empresas cheias da nota. Os antigos armazéns de tijolos hoje abrigam bares e restaurantes bacanas. Fomos almoçar no Siga la vaca (olha que nome ótimo!), um self-service de saladas e carnes onde come-se (carnes maravilhosas, claro!) e bebe-se (cerveja, vinho, refrigerante, suco, tudo) à vontade por 45 pesos, incluindo a sobremesa, que é enorme! Detalhe, qdo fomos pra BA, R$ 1,00 estava valendo 1,89 pesos…

mafaldaE por fim, a garota mais bacana de Buenos Aires, a Mafalda. Achei que ia encontrar várias delas por lá, fazer a festa, trazer pra todo mundo mas que nada! Como não passa mais na TV ninguém lembra dela… O vendedor de uma casa lotérica que vendia uns exemplares de massinha ou biscuit da turminha perguntou se aqui no Brasil passava o desenho na TV e ficou surpreso qdo dissemos  que não. Não entendeu o nosso interesse na garota… Vê se pode?

Deixamos Buenos Aires no dia 4 de julho com as manchetes dos jornais anunciando o fechamento, na próxima semana, de vários lugares devido à gripe suína, que se alastrava… Eu voltei com uma gripinha de nada, o Ricardo estava bem, mas vimos um bocado de brasileiro usando máscaras, tanto na ida quanto na volta. O povo já andava de máscara nos aeroportos do Brasil… Um pouco de exagero, né?… Enfim, a viagem foi ótima e não deixamos de fazer nada por causa da tal gripe! Ah, o Ricardo foi comigo, mas é difícil ele deixar eu colocar a foto dele aqui. Faz a linha ultramegadiscreto. Quem conhece a figura entende… Mas ainda vou tentar mais vezes… rsrsrs.

Mais um pouco de Bérchules

fevereiro 1, 2009 por Anacarolina
As vielas de Bérchules, todas vazias (só dava eu e o Ricardo), creio eu que por causa da neve e do frio.

As vielas de Bérchules, todas vazias (só dava eu e o Ricardo), creio eu que por causa da neve e do frio.

Outros caminhos

Outros caminhos

E dá-lhe neve!

E dá-lhe neve!

será que é a da minha familia?

Calle Garcia: será que é a da minha família?

A calle Garcia

A calle Garcia

De um lado as casas, do outro a Sierra Nevada

De um lado as casas, do outro a Sierra Nevada

Não dá pra ver, mas a placa indica Fonte Garcia

Não dá pra ver, mas a placa indica Fonte Garcia

"que frio da p...!"

"que frio da p...!"

torta de gelo ou lingua plêsa!

Prato da casa: torta de gelo ou língua plêsa!

Meu primo (será?) José Antônio Gualda (caramba, é o nome do bisavô!)

Meu primo (será?) José Antônio Gualda (caramba, é o nome do bisavô!)

A volta pra Granada foi meio tensa, a principio. A nevasca estava forte e tudo o que se via à direita, esquerda, na frente, atrás e no alto era neve. Céu, terra, nada existia. Estava tudo branco. E eu guiando. Que legal!

A volta pra Granada foi meio tensa, a princípio. A nevasca estava forte e tudo o que se via à direita, esquerda, na frente, atrás e no alto era neve. Céu, terra, nada existia. Estava tudo branco. A estrada ainda era estreita e cheia de curvas, sem guard-rail em vários trechos. E estávamos lá no alto da Sierra Nevada, com precipícios de perder de vista... E eu guiando. Que legal!

Minhas origens

janeiro 31, 2009 por Anacarolina

Foi aqui que tudo começou. Foi daqui de Bérchules, um povoado na região de Las Alpujarras em plena Sierra Nevada, a cerca de 110 km de Granada, Espanha, que os Gualda Garcia rumaram para o Brasil para dar início a um ramo da família em solo brasileiro. Da família que, alguns anos mais tarde, nasceria meu avô Miguel, depois meu pai José Carlos e eu e meus irmãos Eduardo, Rafael e Frederico. Nas fotos a seguir, um resumo de Bérchules.

Saimos de Granada no dia 10 de janeiro, para ir a Bérchules, co o termômetro marcando -4º...

Saímos de Granada no dia 10 de janeiro, para ir a Bérchules, com o termômetro marcando -4º...

Uma parada para apreciar os pés de oliveira na estrada. Nessa região tem muita azeitona. Me esbaldei!

Uma parada para apreciar os pés de oliveira na estrada. Nessa região tem muita azeitona. Me esbaldei!

Outra parada. Agora pra curtir a neve (se a gente soubesse o que viria...)

Outra parada. Agora pra curtir a neve (se a gente soubesse o que viria...)

A neve começa a aumentar...

A neve começa a aumentar...

Dirigindo na neve

Dirigindo na neve

Olha a plaquinha, que fofa!

Olha a plaquinha, que fofa!

Um alô para um morador de Las Alpujarras

Um alô para um morador de Las Alpujarras

Chegamos a Bérchules

Chegamos a Bérchules

Primeiros passos

Primeiros passos

Algumas passagens impossiveis. A neve escorrega muito!

Algumas passagens impossíveis. A neve escorrega muito!

A Sierra Nevada ao fundo

A Sierra Nevada ao fundo

As casas aqui são todas brancas, mas várias delas têm essas cortinas de fios de plástico coloridos

As casas aqui são todas brancas, mas várias delas têm essas cortinas de fios de plástico coloridos

Granada em imagens – 3ª e última parte

janeiro 30, 2009 por Anacarolina
O sol chegou a Granada! Finalmente!!!

O sol chegou a Granada! Finalmente!!!

As 1001 portas trabalhadas

Uma das 1001 portas trabalhadas

A cidade está em obras, em plena recuperação!

A cidade está em obras, em plena recuperação!

Muito grafite nas ruas. Além dos desenhos, frases criticando a invasão da Faixa de Gaza por Israel, o trânsito de carros nas ruazinhas da cidade e o hábito de fumar

Muito grafite nas ruas. Além dos desenhos, frases criticando a invasão da Faixa de Gaza por Israel, o trânsito de carros nas ruazinhas da cidade e o hábito de fumar

Coniferas tipicas daqui

Coníferas típicas daqui

O rio Darro, que passa em frente ao hotel

O rio Darro, que passa em frente ao hotel

Alhambra vista da janela do quarto do hotel (de dia)

Alhambra vista da janela do quarto do hotel (de dia)

E de noite

E de noite

Granada em imagens – parte II

janeiro 29, 2009 por Anacarolina
Uma porta árabe, soinho de consumo

Uma porta árabe, soinho de consumo

 

Dá pra entender?

Dá pra entender?

e esta?

e esta?

Todos os postes de luz de Granada têm esses vasinhos de planta. Fofo.

Todos os postes de luz de Granada têm esses vasinhos de planta. Fofo.

Como as laranjas resistem a esse frio?

Como as laranjas resistem a esse frio?

Ao fundo, a Sierra Nevada

Ao fundo, a Sierra Nevada

E dá-lhe escada pra subir... Ô cidade pra ter ladeira!!!

E dá-lhe escada pra subir... Ô cidade pra ter ladeira!!!

As fotos com o macaco e o elefante são de uma exposição a céu aberto sobre a importância da água que estava na ladeira da saída dos fundos do palácio de Alhambra. Bem legal.

As férias acabaram…

janeiro 28, 2009 por Anacarolina

… mas o blog continua por mais alguns posts, com fotos e  impressões dos lugares que visitei que ficaram na memória e que não deu tempo de postar. Com vocês, mais algumas histórias de Granada, Bérchules e Marrakech. E agora com todos os acentos a que tenho direito, pois a jornalista aqui sofreu um bocado escrevendo sem cedilha e sem os acentos que fazem toda a diferença!… rsrsrsr

Como comprar um tapete bérbere em Marrakech

janeiro 15, 2009 por Anacarolina

Vc nao precisa querer um. Nem saber que vai compra-lo. Qdo menos se espera, ja esta  desembolsando alguns milhares de dirham por um deles. Pois foi isso o que aconteceu anteontem com a gente… Saimos do hotel para passear, sem rumo, nem planos de fazer compras. No meio do caminho que nos levava à praça, um estudante marroquino (Mohamed) nos abordou dizendo que o caminho que estavamos fazendo estava fechado. Acreditamos e concordamos em segui-lo ate a praça. Ele insiste ser estudante e nao querer dinheiro. Acreditamos. Andamos cerca de 15 ou 20 minutos por varios labirintos e ruazinhas em construçao ate que ele nos entrega para um senhor (Abdul) que ira nos mostrar o processo de curtir o couro. Muito interessante mas, apesar de realmente nao ter que pagar nada ao estudante, entendemos no tipo de conto do vigario que caimos… Vamos ter que dar uma grana pra esse cara. Tarde demais pra recusar, melhor relaxar e curtir, aceitar o jogo deles. Ganhamos um galhinho de hortela pra ficar cheirando durante o trajeto, pois o processo e muuuuuito fedido. Um dos produtos usados para processar o couro e bosta de pombo, que eles trazem das montanhas. O lugar e horrivel, nojento, sujo, mas eles insistem para que vc faça fotos. E qdo um deles aparece, abre um sorrisao. Anda pra ca, anda pra la, desvia do sebo, da pele e de nao sei mais o que e saimos desse lugar (ufa!…). Agora nosso “guia” nos leva na loja em que todo esse couro vira babuchas (chinelos), pufes, malas e bolsas (puts, alem da grana pro cara do couro ainda vamos ter que comprar alguma coisa aqui…). O Ricardo experimenta algumas babuchas e achamos que resolvemos a questao com algo baratinho. Queremos saber qto custa mas nosso novo anfitriao (Abdul tb) nao quer falar de dinheiro agora, quer nos oferecer um cha de menta na sala ali ao lado, repleta de tapetes maravilhosos… (A coisa ta complicando…). Conversa vai, conversa vem, sabemos que ele fala/arranha 6 idiomas (frances, ingles, italiano, espanhol, arabe e berbere). Nesse meio tempo me chama de gazela, diz que o Ricardo e um homem de sorte, muito inteligente e tal e ja separa uns tapetes berberes. Ficamos sabendo que cada um deles e tecido por uma mulher apenas, que demora cerca de seis meses para termina-lo pois pode trabalhar apenas 2 horas por dia pq os berberes so tem uma esposa (diferentemente dos muçulmanos que chegam a ter 5, ele diz). Outro fato curioso que ele nos conta e que ao casar o homem nao pode tocar na mulher durante um ano, periodo em que vao conversar e se conhecer para ver se realmente vao ficar juntos pois nao ha divorcio. Durante esse tempo a mulher tece um tapete, que vai indicar se ela esta feliz ou nao. O codigo e: tapete com muitos desenhos tecidos indica felicidade. Abdul entao pede que o garoto que o ajuda nos mostre um tapete feito por uma mulher infeliz: apesar de um amarelo muito bonito, o tapete nao traz nenhum desenho. Novamente tentamos saber o preço e Abdul faz que nao e a hora “depois, depois” (ha um roteiro a seguir e estamos querendo pular algumas fases…). Começa entao a demonstraçao. Abdul pede ao garoto que mostre os tapetes enquanto eu digo 3 palavrinhas em berbere que eu nao vou lembrar nunca, mas que querem dizer “nao gostei”, “gostei mais ou menos” e “gostei”. Falo muitas vezes “nao gostei” (apesar de ter gostado), alguns “mais ou menos” e poucos “gostei” (pra simplificar o jogo pois eles sao muitos espertos e sedutores…). Abdul dispensa os “nao gostei” e fazemos o mesmo jogo com o que restou. Acabo escolhendo um amarelo, sem saber o preço. Abdul entao pega um caderninho e diz que agora vai começar a negociaçao berbere. Risca uma folha ao meio, na vertical. De um lado ele coloca o preço dele. Do outro iremos colocar o qto queremos pagar. Eh agora. Momento de tensao ao imaginar o valor que vai sair daquela caneta. Um, dois, tres, quatro digitos. Nos passa o caderno com a quantia de 5.600 DH (o que da 1.600 reais!) Nem pensar! Mas e a cara de pau de baixar pela metade? Graças a Deus o Ricardo tem (e ainda gosta desse jogo de barganhar). Tasca no caderninho 2.000 DH e devolve para Abdul que qdo ve, da uma tremenda risada de escarnio. O teatro começou. Ele argumenta de um lado, o Ricardo do outro. Abdul diz que estamos querendo comprar um camelo pelo preço de uma cabra e o Ricardo devolve dizendo que ele quer vender um camelo pelo preço de um elefante. Ele ri muito, baixa o preço mais um pouco e pede para colocarmos nosso preço final. Pedimos 2.200DH (620 reais), ele chora, diz que nao da mas o Ricardo insiste ser este o nosso preço final. Abdul se faz de indeciso, faz a gente acreditar que realmente nao vai dar, mas finalmente aceita agindo como se estivesse nos fazendo um GRANDE favor. Apertamos as maos felizes e agora chega de enrolaçao e bla, bla, bla. Ele se torna objetivo, aceita o dinheiro rapidinho, para de nos bajular (mas nos da a babucha de brinde sem pedirmos) e nos entrega de volta nas maos do outro Abdul, o do couro. O passeio acabou, mas podemos continuar na parte da tarde caso a gente queira ver o tingimento e a manufatura dos produtos. Nao, estamos satisfeitos. Abdul entao nos pede 100 DH e fechamos por 50 DH. Pronto. Eh assim que se compra um lindo, grande e autentico tapete berbere em Marrakech.

A chegada a Marrakech

janeiro 13, 2009 por Anacarolina
Mesquita  Koutoubia, uma das maiores do mundo, refletida no meu óculos de sol, no primeiro dia de calor dessas férias

Mesquita Koutoubia, uma das maiores do mundo, refletida no meu óculos de sol, no primeiro dia de calor dessas férias

Medo e deslumbramento: foi isso o que senti ao chegar em Marrakech ontem à noitinha. Muita informaçao num curto espaço de tempo. Muita gente andando pra ca e pra la, te abordando, tentando descolar um trocado. As ruas sao estreitas e tortuosas e nunca dao onde achamos que vao dar. O transito, de bicicletas silenciosas que surgem do nada, motocas buzinando, charretes puxadas por burricos e pessoas e intenso e caotico. Todos tentando te atropelar, sem conseguir (na verdade eles sao bons pra caramba, desviam de tudo e de todos na maior calma). Qualquer 10 dirhams que oferecemos em troca de informaçao parecem ser pouco. Eles fingem que se ofendem (puro teatro) e a gente faz que nao ta entendendo nada… Quem se perde por estes becos tem que confiar na santa alma que oferece ajuda, mesmo que seja noite e tenha-se a impressao de que esta indo para o lado oposto e que a qualquer momento sera entregue aos leoes!… Nao, eles sao honestos e bonzinhos, so querem ajudar e vao te levar para o lugar certo. Como? e uma incognita uma vez que as ruas desse labirinto nao tem nome e muitas vezes nem eles sabem ao certo pra onde ir… Bom, agora vou jantar na praça Djamal Al Fna, a atraçao principal de Marrakech, lotada de barracas de comida, musicos, encantadores de serpentes, vendedores de agua, teatro, muitos pedintes, dançarinos, todo tipo de comercio e porta de entrada pro Suk, o grande mercado arabe da cidade que deixa qualquer mulher enlouquecida!…

10 coisas legais

janeiro 11, 2009 por Anacarolina
Pela janela do quarto em Granada, sol e neve

Pela janela do quarto em Granada, sol e neve

10 coisas que fazem da Europa um lugar civilizado (leia-se legal!) para esta viajante que vos fala:

1 – Calefaçao: virou o meu sonho de consumo. Por que no Brasil, no inverno, temos que passar frio ao sair da cama, ao tomar banho, ao trocar de roupa, ao entrar em casa, ao sair de casa, em tudo o que é lugar?…

2 – Clima seco: o nariz e a pele ficam meio ressecados, mas os meus cabelos encaracolados… Ficam sedosos, jeitosos e, o melhor de tudo, sem frizz! Depois de tantos anos já tinha me dado por vencida, mas agora…

3 – As castanhas portuguesas assadas na brasa, à venda nas ruas geladas de Paris por imigrantes

4 – Descobrir que os parisienses, diferentemente do que dizem, sao atenciosos e gentis

5 – Viagens de trem: passar 11h dentro de um trem (das 21h às 8h) com cama aconchegante, pia com água quente e agradinhos no vagao dormitório, jantar e café da manha quentinhos e saborosos no vagao restaurante, uma noite de sono tranquila no sacolejar do trem e, o melhor de tudo, chegar ao destino descansado, pronto para desbravar a cidade antes da turistada acordar. (fizemos essa viagem de Paris a Barcelona e depois de Barcelona para Granada)

6 - As esquinas de Barcelona, com o semáforo sempre amarelo  para os carros e verde para os pedestres, que têm preferência (parece bobo, mas facilita tanto a vida de quem anda!…)

7 - Os ônibus sem cobradores de Barcelona. Ao embarcar, o passageiro valida seu tíquete na máquina ou paga direto ao motorista (muito civilizado isso!)

8 - Se hospedar em um palácio do século 16, com afrescos atribuídos a um discípulo de Rafael, todo bonitao e pagar 55€ na baixa temporada (o preço normal é 140€)

9 - Olhar pela janela ensolarada do quarto quentinho em Granada, avistando a Alhambra e os picos nevados da Sierra Nevada e descobrir que lá fora está nevando. Muito fofo!

10 – Descolar uma passagem para Marrakesh (ida e volta por Madri) numa agencinha de viagens de Granada por 226€ enquanto que na internet só a ida saía por mais de R$ 2 mil!… (isso tá parecendo aquela propaganda do nao tem preço!, do cartao de crédito)

Granada em imagens – parte I

janeiro 11, 2009 por Anacarolina
Uma das muitas casas de luthiers (fabricantes de guitarras espanholas) que existem por aqui

Uma das muitas casas de luthiers (fabricantes de guitarras espanholas) que existem por aqui

 

As ruelas e seus sobradinhos fofos

As ruelas e seus sobradinhos fofos

 

uma constante

Pequenas passagens: uma constante

 

O banco torto (que fica reto por causa da descida) no caminho pra La Alhambra

O banco torto (que fica reto por causa da descida) no caminho pra La Alhambra

 

A fonte que te olha nos olhos e faz beicinho!

A fonte que te olha nos olhos e faz beicinho!

 

Uma das "entradinhas" de La Alhambra (o palácio)

Uma das "entradinhas" de La Alhambra (o palácio)

 

Vista interna do palácio renascentista de Carlos V

Vista interna do palácio renascentista de Carlos V

 

Ainda Alhambra (e uma intrusa na minha foto!)

Ainda Alhambra (e uma intrusa na minha foto!)

 

"Uma flor entre as flores", diz o lado cafona do Ricardo...

"Uma flor entre as flores", diz o lado cafona do Ricardo...