Publicado por: Anacarolina em: agosto 15, 2010
6h – hora que eu coloquei o despertador para tocar
7h – hora que o taxi passaria em casa para nos pegar e levar ao aeroporto, rumo a Brasília, nossa conexão para Salvador
7h15 – hora que acordamos por acaso, assustados
7h16 – Rick não acredita no que vê (os ponteiros do relógio marcando 7h16) e diz: “Não vai dar tempo”
7h16 – Muda de ideia: “Não, vai dar tempo. Corre!!!”
Pela primeira vez na minha vida me arrumei em 15 minutos e ainda fechei mala e juntei na necessaire os creminhos que faltavam…
7h30 – entramos no taxi do seu Amorim, que dá uma última e tranquila baforada em seu cachimbo antes de entrar no taxi. E lá vai ele a 40km\h, até que o Rick pede que ele acelere um pouquinho devido ao passar da hora…
8h32 – estamos dentro do avião. Ufa, conseguimos! Vamos chegar na pousada (onde o passarinho da foto vem nos visitar nas tardes ensolaradas), em Morro, por volta das 17h30, depois de andar 20 minutos da vila até uma pracinha, na 2a praia, onde o land rover do hotel nos espera, e mais 30 minutos sacolejando por estradas esburacadas.
Mas tudo isso vai valer a pena porque Morro é demais!!!
Lindo os passarinhos! E as fotos estão incríveis!!! Mas você não falou nada. Gosto dos seus comentários bem humorados e, às vezes, nem tanto, como quando você saiu do barco. Rachei de rir.
Estou feliz! Peguei um comercial para fazer no domingo. Avisa o Rick que ele ainda tem chance de ser ressarcido…
Filha, não estou comentando o blog, estou comentando a minha vida, de tanta saudade que tô de você. Mas Belô tá chegando e aí vai ser o cão.
Beijos e continue aproveitando. Te amo muuuuuuuito.
mamãe.
agosto 26, 2010 às 11:14 pm
Filhota, você acredita que só hoje consegui abrir o seu fuiejavolto? Como sempre adorei! As fotos estão lindas e o texto… dou risada pra burro.
Ainda bem que você está mantendo o blog (nem sei se isso chama blog) mas o fato é que é uma delícia acompanhar suas andanças e, embora o Ric não apareça muito, sinto a presença dele nos palpites, nos comentários, nas “tirações” de sarro…
Quer dizer que a minha filha se mete a andar de catamarã, mas drogadinha de dramim? Assim até eu, oras.
Quando viajei de navio, entrei toda serelepe e dali a pouco percebi que o mundo estava meio mole, sem consistência. Sabe quando a gente anda em cima de gelatina? Quase dei vexame. Também emborquei um dramim, ali mesmo, no seco.
Filhota, além da saudade avassalante, minorada apenas pelo excesso de trabalho, não vejo a hora de embarcar para Belô e tirar o atraso das novidades. Prepara o seu coração e os ouvidos, porque essa que vos fala, vai falar pra caramba. Você guenta? (agora sem trema).
Filha, beija o Ric por mim e em você aquele patati patatá cheio de beijos.
Sua mãe que a cada dia, mais morre de saudade.
mamãe.